sexta-feira, 9 de julho de 2010

Miséria e exclusão social

Os indivíduos são diferentes em níveis sociais, raças, sexo, culturas, em níveis de educação, etc.
O pobre é classificado pela sociedade como individuo que não produz o desejado e que não tem capacidade de desenvolvimento. O preconceito bloqueia as chances da tentativa de superação, das oportunidades que a eles poderiam ser oferecidas.
Esse ciclo de pobreza, começa e termina com a desigualdade do povo. O Brasil tem uma das piores distribuições de renda do mundo. 44,1% dos negros brasileiros vivem com meio salário mínimo, já para homens brancos são 20,5%. Entre a população do pais que chega a 170 milhões de pessoas, dados de 2007, 54 milhões são pobres. Fora esses, existem os miseráveis que vivem com rendas menos de R$ 2,20 por dia.
Os considerados pobres e miseráveis estão excluídos de proteção, segurança, saúde, alimentação, moradia e saneamento básico. O Nordeste tem o maior nível de miséria do Brasil. Em torno de 37,7% das crianças morrem por causa da pobreza na região.
Os índices de exclusão social afetam grande parte dos brasileiros. Existem os direitos sociais do cidadão, mas os mesmos não são aplicados pela lei.
Regionalizando os dados, Lajeado tem péssima distribuição de renda e a desigualdade continua alta. A cidade apresentou aumento de 12% de pobreza e 50% de indigentes. - Dados atuais da Prefeitura Municipal.
Fonte: Relatório do trabalho apresentado por alunos na disciplina de Cidadania e Realidade Brasileira, Univates

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